26 de março 2024

Por: Marina Lopes *    Fonte: Faber Castell

Estimular a igualdade de gênero na escola permite que meninos e meninas desenvolvam todo o seu potencial. Mas ainda há uma série de barreiras a serem enfrentadas. Quando se fala de STEAM (sigla em inglês para ciências, tecnologia, engenharia, arte e matemática), por exemplo, o assunto ainda é distante do universo das meninas.

No Brasil, 62% das estudantes não conhecem nenhuma mulher que trabalha na área, aponta a pesquisa “Meninas curiosas, mulheres de futuro”, feita pelo projeto Força Meninas. No entanto, até 2025, serão criados 797 mil empregos em TI (Tecnologia da Informação) no país, informa o mesmo levantamento. Como os professores podem acabar com os estereótipos, estimular e capacitar a participação das meninas na ciência?

Para Débora Garofalo, professora de tecnologias reconhecida internacionalmente pelo trabalho de robótica com sucata – ela é uma das finalistas do Global Teacher Prize de 2019, tido como o Prêmio Nobel da Educação –, é preciso quebrar com a ideia, ainda na infância, de brinquedos e ferramentas só para determinado gênero. “Há um machismo estrutural dentro da nossa sociedade, mas essas dores precisam ser trabalhadas”, diz a educadora que atualmente colabora com secretarias de educação na construção de políticas públicas para democratizar o acesso à tecnologia e inovação.

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