25 de março 2020

Por: Eduardo Siqueira *    Fonte: Blogs O povo

Ano passado, estive no III Congresso da Associação de Jornalistas de Educação, realizado em São Paulo, onde conheci o trabalho de uma professora chamada Debora Garofalo, cujo trabalho com sucata e robótica para alunos da periferia paulistana havia lhe rendido a indicação ao Global Teacher Prize 2019, uma premiação que reconhece os melhores professores ao redor do mundo, algo como o “Nobel da Educação”. A brasileira ficou entre os dez finalistas, dividindo holofotes com educadores de diversos país, como Holanda, Austrália, Índia, Japão, EUA e Quênia.

E o que levava a professora Debora àquele palco para conversar com uma plateia de educadores, jornalistas, formadores de opinião em geral? Lixo. Isso mesmo. A ideação e condução do projeto “Robótica com sucata promovendo a sustentabilidade”, realizado na Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Ary Parreiras, foram os elementos fundamentais para o seu reconhecimento pelo Global Teacher Prize.

O projeto consistia  na transformação de material que iria para os lixões em protótipos elétricos. E não somente nisso, no “resgaste da autoestima e na construção do protagonismo do aluno”, como a professora comentou ao nosso blog Doc.Edu, que buscou a professora para tratar um pouco sobre esse projeto de sucata e robótica.

 

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