1 de março 2022

Por: Eduarda Esteves *    Fonte: EQL - TERRA

Professoras, coordenadoras ou até diretoras, elas dedicam a vida para transformar a realidade do ensino no Brasil

Em 2019, Débora Garofalo se tornou a primeira mulher sul-americana a ser finalista no Global Teacher Prize, prêmio que elege os melhores professores do mundo. A premiação é considerada o Nobel da Educação.

O título foi conquistado graças ao seu trabalho no ensino da robótica a partir da reciclagem de sucata na Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Ary Parreiras, instituição localizada entre quatro grandes favelas da zona sul de São Paulo (Alba, Vietnã, Beira Rio 1 e 2).

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A professora conta que o trabalho de robótica com sucata nasceu de um problema real. O lixo impedia crianças de irem para a escola em dias de chuva e trazia doenças como dengue e leptospirose.

No ano em que foi premiada, o projeto “Robótica com Sucata Promovendo a Sustentabilidade” já tinha recolhido cerca de uma tonelada de lixo das ruas do bairro Vila Babilônia, com o objetivo de transformar o material em circuitos eletrônicos.

Para ela, o maior desafio sempre foi mostrar que os alunos poderiam ser protagonistas na superação dessa dificuldade. “Precisamos compreender que a educação pode ser transformadora e que o estudante é o centro do processo. Devemos quebrar velhos paradigmas e trazer inovação para dentro da sala de aula”, diz.

Com a repercussão do seu trabalho, Débora foi chamada para atuar na Secretaria Estadual de Educação, onde permaneceu até se tornar a atual coordenadora do Centro de Inovação da Educação Básica Paulista (CIEBP).

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