13 de abril 2018

Por: Débora Garofalo *    Fonte: Fundação Telefonica VIVO

Barcos de isopor, aranhas elétricas embrulhadas em papel de jornal, carrinhos de PVC movidos à sensores. Impossível? Não para os alunos da professora Débora Garofalo, que desenvolvem um projeto de robótica utilizando o lixo acumulado em um córrego às margens da escola.

Educadora da rede municipal de São Paulo há treze anos, Débora tem um currículo multidisciplinar: já deu telecursos, atuou como professora de sala de leitura e, ao longo do tempo, descobriu nas tecnologias um meio transformador de realidades. Mas foi em 2015, quando ouviu os relatos dos alunos, que encontrou uma oportunidade de unir aprendizado, consciência ambiental e tecnologia.

“A escola em que trabalho, a EMEF Almirante Ary Parreiras fica numa comunidade no Jabaquara, zona sul de São Paulo, e sofre com a falta de saneamento básico e recursos. Temos um córrego próximo, e as crianças relatavam, nos dias de chuva, a dificuldade com as casas alagadas e os matérias acumulados”, conta Débora. “Nasceu daí a vontade de promover uma diferença na vida dessas crianças”.

Diante dessa realidade, a professora propôs aos alunos do sexto ano uma aula externa, para que entrassem em contato direto com esse cenário, identificando os objetos descartados e levando alguns para a sala de aula. Aos poucos, Débora foi instigando-os com perguntas sobre o que poderiam criar com aquele material, sugerindo a robótica como alternativa.

 

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