7 de março 2018

Por: Greiton Toledo de Azevedo, Débora Garofalo *    Fonte: Nova Escola

Os projetos de inovação na Educação com o uso de tecnologias digitais estão mudando aos poucos a experiência dos alunos em sala de aula. Algumas dessas tecnologias, aliadas a exemplos concretos de como podem ser usadas para gerar conhecimento e engajamento, foram destaque na Campus Party 2018. O festival de inovação e criatividade é a maior experiência tecnológica realizada no país, unindo jovens geeks e profissionais de diferentes áreas. A Campus Party forma uma rede coletiva de aprendizagem na qual a representação de distintas linguagens de programação, novidades do universo dos games e robótica, da cultura maker e cosplay são enriquecidas por palestras e experiências.

Reunindo pessoas de diversas partes do Brasil e do mundo no início de fevereiro, a Campus Party propôs novos caminhos para pensar estratégias da Aprendizagem Criativa nos mais diversos segmentos da sociedade, o que inclui a Educação. A partir do painel de aprendizagem, em parceria com a Rede de Aprendizagem Criativa no Brasil, e Media Lab do Massachusetts Institute of technology (MIT), novos cenários colocam a Educação como ponto de pauta nacional. É um movimento que sintoniza boas práticas de ensino e aprendizagem, inovação e o uso de tecnologia digital.

“A Campus Party permite mostrar exemplos em que a tecnologia ajuda a transformar a educação em algo cada vez mais humano. Ao invés de focar em óculos de realidade virtual, lousas digitais e outras ferramentas que talvez contribuam para isolar os alunos ou reforçar o modelo tradicional de ensino, o destaque é a pessoa”, afirmou Leo Burd, pesquisador do MIT e coordenador da Rede de Aprendizagem no Brasil. Para quem visitou o espaço da Aprendizagem Criativa, ficou claro que é possível projetar boas ideias com inserção de tecnologia na Educação, a partir do uso de materiais customizados e de fácil acesso. Trabalhos que que vão desde a produção de engenhocas que otimizam o trabalho do professor e do aluno, até ações que “pensam” a produção criativa de hortas comunitárias e da arte computacional auxiliam o trabalho de distintos atores da sociedade – reforçando uma rede de pessoas que pensam, constroem, compartilham e aprendem coisas incríveis em conjunto.

O que esperar da Educação do Futuro
Apesar de considerarmos o futuro como metáfora, a escola sem o uso crítico-reflexivo de tecnologia digital se mostra atrasada para o desenvolvimento social dos indivíduos. As tecnologias estão intimamente relacionadas ao cotidiano das pessoas e elas mediam sua forma de pensar e até mesmo de agir. Deixar que o fluxo da Educação siga sem sua presença seria uma grande armadilha – mais, seria uma questão de atraso.

 

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